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quarta-feira, novembro 18, 2009

Tirei o cabaço da minha irmãzinha adolecente


Após desvirginar minha irmã Camila, ficámos ainda mais unidos e nossas brincadeiras não paravam. É bem verdade que após tirar o cabacinho de Camila, ficámos alguns dias sem transar e eu já não via a hora de possuí-la novamente, para poder desvirginar o cuzinho lindo que eu já tinha explorado com minha língua e dedos. Não sei se minha jovem irmã iria aguentar, mas meu próximo objetivo era comer seu cu. Completado uma semana que tinha tirado o cabaço de Camila, tive uma surpresa que é o sonho da maioria dos homens. Eu ainda dormia naquela manhã de sábado quando comecei a sentir umas sensações estranhas. Abri os olhos e não acreditei no que via, o short do meu pijama abaixado até os joelhos e minha irmã completamente nua brincando com meu cacete meio mole. Quando ela viu que eu acordei, abriu um sorriso sapeca e disse: “Como ele é pequenininho assim né?!”, meu cacete realmente não é dos maiores e não tenho vergonha de assumir(5cm mole e 15 duro), coube na pequena mão de minha irmã que o levou a boca ao terminar de falar. Camila colocou todo meu pequeno membro dentro da boca e a ponta da língua alcançava minhas bolas, mas isso foi por pouco tempo. Meu pau todo dentro da boca de minha irmã e ela entre minhas pernas, abaixada, com os seios pendurados como duas pequenas pêras e a bundinha empinada para cima, não resisti ao presenciar essa cena e meu pau começou a crescer dentro da boquinha de Camila que se entregou e após minha ereção, ficou com pouco além da cabeça dentro da boca. Então minha irmã começou a me boquetear de um jeito gostoso, segurando minhas bolas com uma das mãos e com apenas a cabeça do meu cacete na boca, dando espaço para sua língua percorrer toda a cabeça do meu pau. Meio sonolento ainda, mas cheio de tesão, afastei a cabeça de Camila da minha pica, me levantei, passei a mão nos seus seios (adoro seios pequenos e os seios de Camila são um pouco menores que o da minha namorada mas muito parecidos, as duas são branquinhas), dei um tapinha na sua bunda e fui escovar os dentes. Quando voltei, Camila estava sentada na minha cama, então cheguei perto dela, ainda de pau duro, passei carinhosamente meu pau no seu rosto, queixo, lábios, pescoço e disse: “e aí, ainda acha ele pequenininho”, Camila levou a boca de encontro a minha pica, deu umas três chupadas daquelas demoradas e caprichadas e respondeu “ não sou sua namorada (Sara dos outros contos é minha namorada á mais de 5 anos) mas para mim está perfeito, não preciso de mais que isso”, rimos e ela voltou a massagear minhas bolas e colocar só a cabeça da pica na boca, então aproveitei a deixa para iniciar minha missão de tentar comer o cuzinho dela e comentei “Eu adoro ter o pinto desse tamanho, por que se ele fosse maior, dificilmente Sara aceitaria fazer sexo anal comigo”. Ao me ouvir dizer isso, Camila tirou meu pau da boca na hora e ficou me olhando meio que abismada. Passaram-se uns dez segundos e então eu continuei para quebrar o gelo, “que foi Mila, fiz algo errado?”, então ela respondeu “não, mas eu não imaginava que a Sara fazia esse tipo de coisa”, falou com meu pau na mão. Respondi de imediato “Esse tipo de coisa que você diz, é super natural, muitas mulheres gostam de dar o cu e eu convenci Sara a me dar o dela”, falei de maneira mais desbocada para ver a reação de Camila que não disse mais nada. Ao ver que minha irmã estava desconfortável com o rumo da conversa, tirei meu pau de sua mão, fiz ela ficar de pé na minha frente e dei-lhe um beijo na boca, para variar com uma das minhas mãos no seu peitinho e a outra acariciando-lhe a bundinha. Após algum tempo em pé e meu pau pressionado na sua barriguinha, levei minha irmãzinha para cama e fui lhe ensinar mais uma brincadeira nova, enquanto ela assimilava o fato de dar o cu. Deitei de barriga para cima, com a cabeça no travesseiro e pedi para Camila colocar-se de joelhos com a xotinha na altura do meu rosto. Minha jovem e inexperiente irmã não entendeu o que eu queria, mas fez sem questionar. Eu empurrei o corpo dela para baixo e disse, “ divirta-se aí com meu cacete que eu vou me acabar chupando sua bucetinha e seu cuzinho”, ao ouvir isso, Camila se arrepiou todinha de tesão e reclinou o corpo para chupar meu pau, deixando com esse movimento, sua xotinha e seu cuzinho arreganhados para eu chupar e assim a ensinei a fazer o famoso 69. Sempre gostei tanto de fazer como de receber sexo oral, e nesse caso, eu tinha as duas mãos livres para segurar a bundinha de Camila e arreganhá-la ainda mais enquanto minha língua explorava aquela buceta e aquele cuzinho adolescente. Enquanto Camila mamava meu pau magistralmente, eu chupava sua pequena e cheirosa buceta e cada linguada que eu dava, começava no clitóris e ia parar no cu, e Camila suspirava a cada lambida. Comecei então a preparar o terreno, dei mais duas linguadas do clitóris até o cuzinho de Camila, percebi que além dos suspiros, agora ela começava a estremecer, mas continuei chupando o clitóris, abocanhando a bucetinha inteira, enfiando o máximo da minha língua no seu buraquinho vaginal. Camila não conseguia se concentrar na mamada ao meu pau e rebolava na minha cara de tanto tesão, então fiz algo que ela não esperava, com o dedo polegar, comecei a fazer movimentos circulares leves na entrada da sua xotinha e dessa vez encaixei minha boca no seu cu, deixando minha língua livre para trabalhar. Camila se assustou, mas não recuou, continuou rebolando na minha cara e eu lambendo seu orifício anal, muito apertado, diga-se de passagem, tentando enfiar a língua mas sem sucesso, e lambendo suas preguinhas anais. Camila começou a gemer e disse “você consegue mesmo convencer uma mulher”, eu me fiz de desentendido, parei de lamber seu cuzinho, mas sem tirar o dedo da xotinha e respondi “ o que você quer dizer com isso? Onde quer chegar?” ao falar, voltei minha boca para o cuzinho de minha irmã e esperei sua resposta que veio após outro profundo suspiro “você veio com esse papo de que gosta do seu pinto pequeno por que come a bunda da Sarinha e agora fica chupando meu cu, você ta querendo fazer a mesma coisa comigo né?”. Eu estava fazendo minha irmã se tornar uma safada na cama, ela falou isso e meu dedo que estava em sua xana ficou completamente molhado. Não respondi nada, continuei chupando o cuzinho de Camila e bolinando sua xotinha. Pedi para Camila parar de me boquetear e continuar rebolando na minha cara. Continuei com minha boca alojada em seu cu e passei apenas a segurar sua xotinha e não movimentar mais meu dedo, estava preparando uma surpresa para minha irmã. Ela continuou rebolando em meu rosto e eu chupando seu cuzinho e ouvindo seus gemidos e pedidos “não pára, me chupa, continua lambendo meu cuzinho, lambe minha xota”, eu fazia quase tudo, menos lamber a xotinha dela e fazia propositadamente, eu tirava a boca do seu cu e fazia menção de lamber sua bocetinha, mas fazia ela sentir meu hálito e dava um beijinho de leve, sem tocar muito, isso deixava minha irmã doidinha e meu dedo alojado na entrada de sua xota se molhava ainda mais. Voltei a chupar seu cuzinho e quando ela menos esperava, entre um gemido e outro, dei uma lambida forte em seu cu e enfiei de uma só vez meu polegar em sua xotinha. Sua bucetinha estava tão apertada que meu dedo praticamente estuprou sua xana. Camila teve um susto tão grande que deu um grito, “aaaaiiiiiii minha bucetinhaaaaaaa”, mas o tesão foi maior que o susto, por que ela esfregou a bunda na minha cara e estremeceu, eu percebi que Camila estava começando a gozar, então tirei minha boca de seu cu e encaixei na sua pequena xota, pressionando minha língua em seu clitóris e deixando seu gozo escorrer pela minha boca a dentro. Camila saiu de cima de mim, virou-se para o meu lado e percebeu minha boca toda molhada de seu gozo, quis passar a mão para limpar, mas eu segurei seu braço impedindo-a e comecei a passar minha língua puxando minha irmã ate minha boca para sentir seu próprio gosto. Nos beijamos e em seguida deixei ela se recompor. Meu pau estava duro igual um ferro, Camila olhou e disse “a gente ainda tem uma hora antes dos nossos pais chegarem, vem me comer vem”, eu estava louco de tesão, levei minha mão até seus seios e enquanto brincava com eles disse “eu to quase gozando de tanto tesão, sua bocetinha apertou meu dedo, imagina o que ela vai fazer com meu pau. Eu não vou dar conta nem de colocar, quando sentir a pressão vou querer gozar”. “Então a gente faz o que” perguntou Camila, “deixa eu gozar em você, paga um boquetinho pra mim, você se importa se eu abusar de você e te tratar como uma puta?”. Camila sorriu para mim e disse “você pode abusar o quanto quiser de mim, ainda mais fazendo o que você faz comigo na cama, eu topo tudo”. Ao ouvir esse “eu topo tudo” meu coração disparou e pensei que não seria difícil comer o cuzinho de Camila. Minha irmã então sentou-se na cama, entrelaçou as pernas e baixou a cabeça na direção do meu pau para me boquetear. Ao ver a cena da minha gostosa e adolescente irmã, branquinha, parecida com minha namorada com o corpo inclinado para baixo, seus pequenos seios de biquinhos rosados, apontando para baixo e ela me boqueteando, apertei um de seus seios e com menos de umas cinco bocadas dela, anunciei que ia gozar, e como combinado comecei a tratá-la como uma putinha qualquer, fiquei de pé na beira da cama e comecei a puxá-la pelos cabelos controlando a velocidade e a força do boquete. Quando comecei a gozar, pedi para ela abrir a boca e comecei a ejacular à distância, como tinha feito na vez que tirei seu cabaço. A primeira esporrada pegou do lado do seu olho e foi tanto e tão forte que melou até seu cabelo, a segunda esporrada acertou sua bochecha, lábios e nariz, da terceira ejaculada pra frente eu meti o pau na sua boca e gozei o restante lá dentro. Camila ainda me boqueteou alguns segundos após meu gozo, e ficou brincando com meu pau mole dentro da boca. Camila se levantou, saiu do meu quarto nua, rebolando passando a mão e tirando o excesso de porra do rostinho, em seguida voltou para o meu quarto, entrou para o banheiro e foi se lavar. Pouco tempo depois eu também entrei e pedi para ela lavar meu cacete que eu ainda iria usá-lo nela. Minha irmã, sabe que eu sou alucinado com peitinhos pequenos, então pegou o sabonete, pediu para eu ensaboar os seios dela, enquanto ela lavava meu pau. Entendi o recado e passei o sabonete em seus seios e fiquei os acariciando enquanto ela lavava meu pequeno cacete. Mas rapidamente ele começou a crescer e endurecer e ela bateu uma punheta para mim em baixo da água quente do chuveiro. Enquanto eu fingia que lavava os peitinhos dela, ela fingia que ensaboava meu pau. Enxagüei seus seios e fiquei chupando enquanto ela ordenhava minha pica, segurei o biquinho de um de seus seios entre os dentes e fiquei brincando com a língua(adoro fazer isso) enquanto amassava o outro com a mão. Depois de alguns minutos brincando com seus seios, gozei em sua mão, e disse “vamos sair daqui que nossos pais devem estar chegando e além do mais , a Sara já deve estar me esperando na casa dela para a gente sair, mas não se preocupe, ela está naqueles dias e não vem dormir aqui hoje, com isso, poderemos nos encontrar para eu te desvirginar mais uma vez”. Camila se enxugou, vestiu o roupão, me deu um beijo na boca e disse: “toda essa conversa e esse banho de língua que você me deu, acabou me deixando curiosa. Não sei se vou gostar, mas para saber tenho que experimentar, então meu irmão, pode comemorar desde já que hoje a noite você vai comer mais um cu. E a propósito me faz um favor, manda um beijo meu para a Sarinha e diz que estou com saudades”. Falando isso, minha irmã passou por mim e foi para seu quarto vestir uma roupa e aguardar nossos pais chegarem.

3 comentários:

Ricardo Mauro disse...

Moro em Ceilânida (Brasília-DF) Adoro meter a pica nas esposinhas dos meus amigos mas na frente deles. Moro em Ceilândia cidade satélite de Brasília-DF.
Contato: (61) 9100-8848 ou ricardaodf@hotmail.com

Anônimo disse...

vcs tem q morrer os dois se fosse minha namorada e eu soubesse desse conto e u mataria ela e vc aos poucos depois tacava fogo suas pragas

confidencial carlos disse...

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Obrigado pela sua amizade hoje virtual, mas quem sabe com o passar do tempo podemos torna lá real.

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